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Currículo

Marcon é pequeno agricultor assentado, natural do município de Rondinha. Em 1987, Marcon integrou a diretoria do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Ronda Alta, onde coordenou a Pastoral da Juventude da Paróquia daquele Município. Em 1988 e 1989 estava na coordenação da pastoral da Juventude da Diocese de Passo Fundo, ingressando em seguida no Movimento Sem Terra. Permaneceu acampado por quatro anos e meio, tendo sido assentado em 1994 no município de Nova Santa Rita, onde reside com sua família. No assentamento, Marcon integra a Cooperativa de Produção Nova Santa Rita - Coopan.  No MST, Marcon fez parte da direção estadual e recebeu a tarefa de presidir a Cooperativa Central dos Assentados do Rio Grande do Sul - COCEARGS - de fevereiro/96 e março/98, período no qual teve importante atuação nas mobilizações e negociações realizadas em conjunto com os que hoje lutam no campo e na cidade. Eleito deput2 estadual pela primeira vez com 33.982 votos, uma de suas primeiras iniciativas na Assembléia foi protocolar o projeto de lei instituindo o Seguro Agrícola no Estado, o mesmo projeto que serviu de modelo para o governo Olívio Dutra implementar.

        O mandato apoiou a luta dos trabalhadores rurais sem terra nas suas várias mobilizações. Também foi a voz ativa na denúncia contra o latifúndio improdutivo, no apoio incondicional das causas populares, nas lutas dos trabalhadores da cidade e na defesa dos Direitos Humanos.

        Seu trabalho parlamentar concedeu a Marcon a liderança da bancada do PT na Assembléia Legislativa. Nas eleições gerais de 2002, foi reeleito com 44.633 votos, um dos parlamentares mais bem votados no Parlamento. Em 2004, Marcon foi indicado por sua bancada para presidir a Comissão de Cidadania e Diretos Humanos – CCDH da Assembléia Legislativa, uma das mais importantes comissões do gênero do Brasil e da América Latina. 

        Sua atuação foi sempre firme na defesa dos trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, das minorias, dos movimentos sociais, denunciando a violência e o assassinato de defensores de direitos humanos. Por essa determinação o parlamentar foi recebido por representação da ONU, sendo único deput2 estadual do Brasil a ter encontro reservado, para entrega de dossiê sobre violações no RS à representação da entidade no país. Esses representantes acompanham e denunciam internacionalmente os crimes cometidos contra defensores de direitos humanos em todo o mundo.

        Junto ao governo Lula, na organização do programa de combate à fome, Marcon promoveu seminários e fortaleceu a relação entre trabalhadores urbanos e rurais. Ele atuou com agilidade para que representantes do governo federal, agricultores e entidades sociais pudessem formar parcerias, tendo como base a segurança alimentar. Atualmente, onze mil crianças e centenas de famílias de trabalhadores recebem gratuitamente alimentos saudáveis diretamente do trabalho de centenas de famílias de pequenos agricultores. A articulação de Marcon proporcionou a ampliação do projeto e, hoje, a Companhia Nacional de Abastecimento – Conab – adquire diretamente os alimentos da agricultura familiar em quantidade e na qualidade ideal. Os agricultores repassam diretamente seus produtos para creches comunitárias e entidades filantrópicas em Porto Alegre e na Região Metropolitana.

        Com um pé na luta e outro no parlamento, Marcon sempre esteve junto, apoiando a luta dos movimentos sociais, do movimento sindical, das minorias, dos funcionários públicos, de pequenos e micro-empresários. O mandato popular de Marcon foi reeleito em 2006 com 53.154 votos. Um dos deputados mais bem votados de sua bancada e da Assembléia Legislativa.

Sobretaxa ao calçado Chinês
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Agentes penitenciários buscam apoio da Assembleia
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Mensagem Marcon Natal e Ano Novo
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